O TRADICIONAL CASAMENTO DO SELEÃO

Criado em 1995, o Casamento do Seleão passou de uma simples brincadeira, entre moradores dos bairros da Coplan, Edla Costa, Itapicuru e Andaraí, para um grande e importante evento, uma tradição que fecha o período junino no município de Cruz das Almas, no Recôncavo Baiano. A Prefeitura Municipal abraçou a realização do evento, que éContinuar lendo “O TRADICIONAL CASAMENTO DO SELEÃO”

MESTRES ESPADEIROS

Alguns mestres espadeiros de Cruz das Almas. Ou seja, não simplesmente tocadores de espada, mas eram ou são referência na ciência do fabrico de uma boa espada e na arte de saber tocá-la: Antonio da Paz, pai do vereador Osvaldo da Paz Benedito Vermelho Manhoso Vaúca Gilmar Mascarenhas Souza Zeca Sampaio Agenor Sampaio  Leonidio Sacramento Continuar lendo “MESTRES ESPADEIROS”

BREVE HISTÓRIA RECENTE DAS ESPADAS

O termo espada liga-se, de imediato, ao fato de ser possível a sua manipulação por parte do guerreiro, como é chamado aquele que vai para as batalhas de espada, as guerras de espada. O feixe de luz propiciado pela queima da pólvora, quando é noite, produz uma imagem muito bela e, poder-se-ia dizer, uma imagemContinuar lendo “BREVE HISTÓRIA RECENTE DAS ESPADAS”

DA SÉRIE: “SÃO JOÃO PASSOU POR AQUI?” – 2

A senhora Raimunda Silva Souza estava com 74 anos quando nos concedeu um pequeno mas valioso relato oral de suas memórias sobre as festa de São João na cidade. Hoje falecida, nasceu em Cruz das  Almas  em  1936  e  pôde  vivenciar  a  festa  por  um  longo  período.  Como  um  número significativo de mulheres da cidade,Continuar lendo “DA SÉRIE: “SÃO JOÃO PASSOU POR AQUI?” – 2″

DA SÉRIE: “SÃO JOÃO PASSOU POR AQUI?” – 1

Segundo a tradição oral, a exemplo das memórias de D. Maria Pereira que, aos 74 anos de idade, nos relatou ter herdado as práticas da festa de seus pais, os festejos de São João sempre estiveram presentes no cotidiano dos cidadãos cruzalmenses “O São João que eu conheci, eram primeiramente meus pais que faziam, asContinuar lendo “DA SÉRIE: “SÃO JOÃO PASSOU POR AQUI?” – 1″

SÃO JOÃO NO CLUBE

O jornal Nossa  Terra, em sua edição de nº 46 datado em 19 de junho de 1955, escreve  uma  reportagem  elogiando  um  tradicional  baile  de  São  João  que acontecia no Clube Cruz das Almas:  Conforme  já  noticiamos  a  diretoria  do  “Cruz  das  Almas  Clube”  tomou  a feliz iniciativa de reviver, entre nós, os tradicionais bailesContinuar lendo “SÃO JOÃO NO CLUBE”

FORRÓ NA MORÁ

A partir de 1993, durante a gestão do prefeito Carmelito Barbosa Alves, o “Arraiá do Laranjá” realizado no Sumaúma passou a chamar-se “Forró Na Morá”, um trocadilho de namorar (ato de encontro amoroso) e na moral (comportamento ético). Eis, a seguir, uma retrospectiva da programação e atrações artísticas da festa nos anos de 1993 aContinuar lendo “FORRÓ NA MORÁ”

A GUERRA DE ESPADAS

Crônica sobre a tradicional batalha de fogos que acontece em Cruz das Almas, todos os anos, a 24 de junho, quando aqui atingem o clímax os festejos juninos. Bárbaro, semibárbaro, selvagem ou não, respeitados os sentimentos e as opiniões que despertam e originam, abstraídas certas naturais restrições e considerando do ângulo estético, temos de convirContinuar lendo “A GUERRA DE ESPADAS”

ARRAIÁ DO LARANJÁ: O COMEÇO DE UM NOVO CICLO DE FESTAS JUNINAS.

Em 1989, na administração do prefeito Lourival José dos Santos (de 1989 a 1992), iniciou-se o ciclo de festas juninas urbanas espetaculares em Cruz das Almas, com a realização da primeira edição do chamado “Arraiá do Laranjá”. A temática da festa se deve ao processo de citriculturalização do espaço agrário do município no período pós-criseContinuar lendo “ARRAIÁ DO LARANJÁ: O COMEÇO DE UM NOVO CICLO DE FESTAS JUNINAS.”

O CASAMENTO DO CEAT

PARA ASSISTIR VIDEO CLIQUE AQUI A ORIGEM – No final da década de 70, no COLÉGIO ESTADUAL ALBERTO TÔRRES – CEAT, foi desenvolvido um projeto pedagógico intitulado São João na roça. Esse projeto visava despertar no alunado o interesse pela cultura popular e constituía na escolha de tarefas relacionadas com o São João por turmaContinuar lendo “O CASAMENTO DO CEAT”