ESTAÇÕES GÊMEAS?

Vejam a incrível semelhança entre estas antigas estações ferroviárias: a primeira é a daqui de Cruz das Almas, e a segunda, já demolida, é de Feira de Santana.

Há quem diga, talvez baseando-se simplesmente na semelhança do desenho arquitetônico, que ambas as estações foram projetadas por Oscar Niemeyer; este blog, porém, em suas pesquisas ainda não encontrou registro documental algum que possibilite afirmar essa versão. 

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A FESTA DA PADROEIRA

Dezembro de 1939

Antigamente, a festa da Padroeira Nossa Senhora do Bonsucesso era realizada na primeira semana de dezembro, apresentava um cenário bastante diferente do presenciado atualmente. Na parte sacra não houve grandes mudanças, porém na profana ocorreram significativas modificações quanto à qualidade e a quantidade das atrações oferecidas. O tempo, na sua marcha evolutiva irreversível, levou muitas delas para o arquivo das recordações, às quais temos o imenso prazer de relembrá-las. Não existem mais nas quermesses com seus leilões: as bancas de jogos de diferentes modalidades, o “Bumba Meu Boi” de André Derrapante e a “Burrinha” de Zé de Bibiano, as doceiras com seus tabuleiros repletos de doces de sabores variados, sempre iluminados pelos tradicionais candeeiros a querosene, entre as quais Chica Pavão, Joaninha Cachimbo, Maria Sapé, Justiniana e Olegária. Apenas restou a queima de fogos variados e específicos para o evento, cuja fabricação os sucessores do Totônio Fogueteiro deram continuidade.

(FONTE: NARRATIVAS QUE A MEMÓRIA CONSERVOU – CRÔNICAS de Leandro Costa Pinto de ARAÚJO, 2015.)

O CASO DA INAUGURAÇÃO DA RÉPLICA DA TORRE DE PETRÓLEO

Cyro Mascarenhas relata-nos um acontecimento ocorrido provavelmente entre o final da década de 50 e início da de 60, quando a Frente Nacionalista de Cruz das Almas resolveu construir um monumento em homenagem à Petrobrás para ser instalado numa praça da cidade de Cruz das Almas. Era a réplica de uma torre de petróleo construída em madeira de lei.

“um fato curioso que merece destaque, é a história da inauguração da torre de petróleo, erguida sob os auspícios da Frente Nacionalista, com a colaboração da prefeitura municipal. O local escolhido para esse monumento em homenagem à luta pelo petróleo foi a Praça dos Artistas, sabe onde é? Ali na confluência da antiga rua da Estação com a rua Mata Pereira, uma praça de formato triangular. Bem em frente ficava a Sociedade Beneficente dos Artistas e vem daí o nome da praça. Pois bem, essa torre construída pelo talento do operário cruzalmense foi colocada no local, às vésperas de sua inauguração que aconteceria num domingo. Para surpresa geral, a torre desapareceu na madrugada desse domingo. A solenidade já estava programada, convites expedidos para autoridades e a população. O que fazer? Essa era a dúvida que atormentava os dirigentes da Frente. Resolveu-se encomendar às pressas, uma pequena réplica medindo mais ou menos um metro. Ela seria exibida no verdadeiro comício em que se transformou o que seria uma simples solenidade. Foi redigido um manifesto denunciando à população a suposta ação criminosa perpetrada por entreguistas reacionários, lacaios do truste internacional. O alto falante móvel começou a circular por todas as ruas, divulgando o manifesto e confirmando a realização do evento, ainda que com uma torre simbólica. Nesse ínterim descobriu-se que o monumento fora arrastado e largado num matagal da Escola Agronômica. Fora obra de alguns estudantes que retornando da farra de fim-de-semana resolveu fazer a sacanagem. Mas aquela altura isso pouco importava.O importante era tirar proveito do fato. O que foi feito com a maestria de companheiros comunistas experientes nesse mister. Essa turma era retada mesmo (…) No final da história, quando a praça já estava lotada, os ânimos exaltados, e o prefeito fazia o seu discurso, eis que é anunciada a chegada da torre. Era trazida por uma comitiva de estudantes que resolvera devolvê-la a tempo de ser devidamente inaugurada. Era de arrepiar ver o povo, em delírio, aplaudindo a chegada torre! Uma apoteose, um grand finale (…).”

(FONTE: http://www.historiaoral.org.br/resources/anais/3/1340416677_ARQUIVO_TEXTOCOMPLETOHEBERok.pdf ; excerto: Depoimento do Sr. Cyro Mascarenhas Rodrigues em Cruz das Almas (BA), Agosto de 2010, p.p 24-25. )

ILUSTRES VEREADORES QUE TÊM OS SEUS NOMES DENOMINANDO RUAS

Desidério Brandão – 1930/1934

Dr. Edmundo Pereira Leite – 1948/1950; 1951/1954; 1959/1962; 1963/1966

João Gustavo da Silva – 1959/1962

Silvestre Mendes – membro do Conselho Municipal em 1930

Leopoldo Cezarano – membro do Conselho Municipal em 1897/1899/1903/1907

José Lino de Queiroz – membro do Conselho Municipal em 1899/1903 e intendente em 1907

A BANDEIRA

Resultado da Lei ou da tradição, a Bandeira é o símbolo representativo de um grupo: seja um Estado, uma região, uma cidade, uma empresa, uma sociedade ou simplesmente um individuo.
Ligada a princípios básicos como a simplicidade, a simbologia e a distintividade, a Bandeira é um elemento de nobreza de entre todas as simbologias e representações.

A Bandeira de Cruz das Almas é formada de um retângulo com fundo na cor amarelo ouro, sobreposta com uma cruz firmada de preto, acompanhada de quatro enxadas; em que o amarelo ouro é alusivo às riquezas das suas terras férteis e as enxadas simbolizam a atividade agrícola aqui muito bem desenvolvida. O conjunto da obra, portanto, é uma referência ao nome da cidade – Cruz das Almas.

Instituída por decreto pelo então prefeito Dr. Fernando Carvalho de Araújo, em 29 de julho de 1971.

ANDRÉ PEIXOTO, O SENHOR DOS CORDÉIS.

André Antônio Peixoto nasceu na localidade de Araçá, zona rural de Cruz das Almas, no dia 30 de novembro de 1908. Filho de Clementina Romualda de Souza e de Romão Antônio Peixoto. Morou na roça até os quinze anos de idade, trabalhando como agricultor. Depois, em 1923, foi trabalhar em Salvador, retornando para Cruz das Almas em 1927. Em 1939 começou a trabalhar na Escola de Agronomia; primeiro na firma de construção, depois como funcionário da EAB, na função de pintor, até aposentar-se em 1983.

Já aposentado, tinha ali próximo ao Mercado Municipal uma barraquinha onde vendia um sabão medicinal que ele próprio fabricava e livros de cordel de vários autores, além dos de sua própria autoria.

O cordelista André Peixoto faleceu em maio de 1994.

(FONTE: O Livro do Centenário, de Alino Matta Santana. )

(IMAGEM: Jornal O Nacionalista, de 5 de abril de 1959 – acervo de Hermes Peixoto Santos Filho)

A DIOCESE DE NOSSA SENHORA DO BOM SUCESSO

Sede Episcopal da Diocese de Nossa Senhora do Bom Sucesso, Cruz das Almas (BA)

Paróquia de Cruz das Almas, criada em 1815.

A Diocese teve sua criação em 22 de novembro de 2017 e instalação em 28 de janeiro de 2018 .

Forania 1

Endereço: Praça Senador Temístocles, s/n

Centro 44380-000 – Cruz das Almas – BA

CNPJ: 15.257.983/0005-47

Fone: (75) 3621-4021 / 3621-1344

e-mail: pacalmas@gmail.com

Site: www.pnsbscruz.com.br

Expediente: de segunda a sexta, das 7h30 às 12h

e das 13h30 às 17h. sábado, das 7h30 às 11h30

Aux. Adm.: Maria Helena da França Braga e

Elisangela da Fonseca Ribeiro Reis

Pároco: Pe. Josevaldo Carvalho Nascimento

Vigário Paroquial: Pe. Osnir Brandão dos Santos

Pároco Emérito: Mons. José de Souza Neiva

Diácono: Washington Murilo Carvalho Peixoto

Dia da Padroeira: 15 de setembro

(FONTE: http://www.ceris.org.br/diocese-de-cruz-das-almas)

COFEL: uma empresa cruzalmense

Em 1978, dois sócios da Comercial São Luis, em Santo Antônio de Jesus-BA, Gorgônio Oliveira e Antônio Leal, com o propósito de expandir suas atividades comerciais, decidiram estabelecer uma loja do ramo de ferragens na cidade de Cruz das Almas-BA. Acreditando na capacidade administrativa de um dos seus funcionários, Carlos Valter Vilas Boas, convidaram-no para fazer parte da sociedade deste empreendimento.

Logo que se estabeleceu, a Cofel teve uma boa aceitação da sociedade cruzalmense e das cidades circunvizinhas, havendo a necessidade de diversificar seus produtos e, consequentemente, ampliar suas instalações, sendo adquiridas algumas propriedades vizinhas.

No ano de 1987, a Cofel expandiu-se, inaugurando uma filial na cidade de Santo Antônio de Jesus-BA, onde hoje está estabelecida na rua Tiradentes. Em 2002, outra filial foi inaugurada na cidade de Valença-BA, situada na Rua Dr. Rocha Leal. A filial mais recente foi inaugurada em 2013, também na cidade de Valença-BA, denominada Cofel Construção e está localizada na rua Juvêncio de Resende. Atualmente a Cofel gera 351 empregos diretos.

A empresa sempre buscou colaborar com atividades sociais, contando sempre com o apoio dos seus principais fornecedores.

Com o passar dos anos, a Cofel  tem buscado cada vez mais diversificar seu  mix de produtos, que conta hoje  com mais de 30 mil  itens  espalhados  nas suas lojas.

A Cofel vem se destacando na região por ser uma empresa  dinâmica, que busca cada vez  mais fortalecer os vínculos de  amizade com seus clientes e  fornecedores.

(FONTE: http://www.cofel.net/empresa.html )