ÁLVARO REBOUÇAS CHIACCHIO

Álvaro Rebouças  Chiacchio, conhecido como seo Vadengue. Pessoa simples, pequeno comerciante de loja de tecidos e divulgador de notícias e cultura, pois distribuía o jornal A TARDE e outros jornais; revistas em quadrinhos e informativas tipo O CRUZEIRO, MANCHETE, REALIDADE, coleções tipo CONHECER, GEOGRÁFICA, dentre outras. Sem falar nos sorvetes e picolés da KIBOM. 
Por conta disso, teve muitos contatos com a comunidade cruzalmense: agricultores e fazendeiros, operários da SUERDIECK (armazém de fumo), estudantes de toda graduação, professores de todos os níveis, prefeitos e vereadores e muito mais. O vereador Chico da Carbasa propôs e foi aprovada a homenagem dando o seu nome ao logradouro público Rua Álvaro Rebouças Chiacchio.

(FONTE : Edson Chiacchio Chiacchio in https://www.facebook.com/groups/454314041343397/ )

PARTEIRAS E PARTEIROS

Antigamente as pessoas nasciam em casa, pelas mãos de parteiras e parteiros. Em Cruz das Almas, alguns são lembrados até hoje…

  • Maria Porfiria, da fazenda Rebouças, atual bairro São Judas Tadeu
  • Maria José, conhecida como D.Nena
  • Eustáquio Nascimento, conhecido como Seo Tatá da Rua do Genipapo (atual Rua J.B da Fonseca)
  • Clotilde, conhecida como D. Coló
  • Mãe Ana, do Tuá

MESTRES ESPADEIROS

Alguns mestres espadeiros de Cruz das Almas. Ou seja, não simplesmente tocadores de espada, mas eram ou são referência na ciência do fabrico de uma boa espada e na arte de saber tocá-la:

  • Antonio da Paz, pai do vereador Osvaldo da Paz
  • Benedito Vermelho
  • Manhoso
  • Vaúca
  • Gilmar Mascarenhas Souza
  • Zeca Sampaio
  • Agenor Sampaio 
  • Leonidio Sacramento 
  • Abel Gustavo da Silva
  • Totonho Fogueteiro
  • Seo Mundinho da Coplan (além de fabricar, destacava-se na forma elegante com que tocava a espada)
  • Pedro de Seo Né
  • Flávio de Dé, da Sapucaia
  • Vicente de Paula Sampaio (Nego) 
  • Cao de Bob
  • Bila, da praça do Landulfo Alves
  • Cid, motorista da Cofel
  • Massa e Maxixe, irmãos de Vaúca.
  • Santo do Itapicuru
  • Conrado
  • Luciano Queiroz (Lucinho Perú).
  • Paulo de Coscotinho
  • Agenor da Embira
  • Seo Neco, da Rua da Vitória
  • Antônio Mariane, Lico filho de Zé do Alho
  • Sérgio Lopes

RUA DA CORRENTE

Sabia que antigamente, até a década de 50, a entrada rodoviária para Cruz das Almas se dava pela Rua da Corrente (atual Rua Amado Queiroz / Av. Juracy Magalhães), na Tabela, e não pela Cajá como atualmente? Era a estrada que passava ali pela Estação de Pombal, ia para Cabeças (hoje Gov. Mangueira), Muritiba e por aí seguia chegando até São Félix e Cachoeira, onde pegava-se o vapor em direção a Salvador.

Quem por ali chegava, seguia a Rua Rui Barbosa em frente ao CETEP (antigo CEAT), passava pela Rua da Estação até o centro da cidade. Ou subia a Av. Juracy Magalhães em direção à Rua da Mata, passando por onde hoje é a Praça da Rua da Mata, beirando a Mata de Cazuzinha, passava no trecho onde atualmente estão localizados os colégios municipais Virgildásio Sena, Recanto Feliz e CEC. Seguia-se por onde hoje é a Praça Multiuso, Avenida Irmã Dulce (em frente a Bibi, estação da Coelba, Rodoviária e UPA), seguindo a linha do trem até a Estação Ferroviária Cruz das Alma na Coplan e ia pela estrada que fica do outro lado em frente ao Campo da Coplan, que era por onde se ia para a Embira, Sapeaçu ou Conceição do Almeida.

BREVE HISTÓRIA RECENTE DAS ESPADAS

O termo espada liga-se, de imediato, ao fato de ser possível a sua manipulação por parte do guerreiro, como é chamado aquele que vai para as batalhas de espada, as guerras de espada. O feixe de luz propiciado pela queima da pólvora, quando é noite, produz uma imagem muito bela e, poder-se-ia dizer, uma imagem ao mesmo tempo temida e fascinante, ainda mais quando associada ao seu efeito sonoro, assemelhando-se a uma espada em movimento, uma arma-brinquedo animada e até mesmo dotada de “personalidade”, melhor dizendo, de mana transmitido da parte do fabricante, do possuidor, ao objeto possuído; senão que mana reivindicado por aquele que, mesmo sem tê-la fabricado, à utiliza em confiança de ser fortalecido por seu poder. Esta, a espada, objeto caracteristicamente significativo em sua ligação com a fantasia que se forma em torno da idéia de nobrezas guerreiras e castas medievais androcêntricas. Aliás, esse medievalismo, um medievalismo ibérico combinado à herança oriental e moura, parece inscrever-se em muito da produção estética sertaneja brasileira, uma certa mitologia do sertão encantado.

As antigas espadas em Cruz das Almas eram feitas de um espécie de bambu chamada taboca (Guadua weberbaweri), utilizando-se cortes do seu tronco em sua estrutura externa, tratava-se de um tipo de madeira de menor espessura e mais frágil que o bambu3 atualmente utilizado nas espadas atuais. Já a utilização de bambus com maior diâmetro, resistência e tamanho dos gomos, é herança da utilização dessas mesmas dimensões no antigo buscapé, também um foguete de rabeio, mas que explode no final. As antigas espadas se assemelhavam muito mais aos chamados coriscos atuais e, pelo que me foi informado, não havia a utilização de limalha de ferro nos mesmos. A utilização predominante do bambu atual, ao que parece começou a ocorrer entre as décadas de 1930-1940, justamente quando a guerra foi se tornando um padrão no processo de desenvolvimento do divertimento. Nesse momento, a administração local passou a combater a utilização de buscapés, uma vez que esses propiciavam um risco intenso ao explodir, inclusive porque, uma das formas de se brincar com a espada, é justamente pela prática da desentoca, ou seja, correndo-se atrás da espada que foi atirada contra si mesmo, e atirando-a de volta ao primeiro tocador, ou apenas pisando na espada. Tal prática, ao que parece, produziu no passado machucados gravíssimos em muitas pessoas por conta justamente da convivência entre toca de espada e buscapé, quando exteriormente idênticos. A partir da década de 40, a estrutura básica da guerra, com a eliminação dos buscapés da brincadeira e com as brincadeiras e chistes característicos entre amigos e familiares nos festejos, estava já praticamente definida, a não ser por três fatores interligados que só poderão se configurar posteriormente: 1) na década de 40 o festejo junino ainda era um festejo basicamente familiar e doméstico, no sentido da família extensa, tendo Cruz das Almas provavelmente não mais que 15.000 habitantes; 2) o fabrico naquele momento ainda era predomínio quase exclusivo de fogueteiros profissionais; 3) por fim, a festa não tinha nenhuma relação com o turismo, estando a cidade relativamente isolada de moradores não nativos, ou pelo menos, moradores que não tenham vivido experiências lúdicas semelhantes em suas cidades de origem, considerando-se a popularidade do São João no interior do nordeste, e mesmo do Brasil até esse momento.

(FONTE: BRINCANDO COM FOGO: ORIGEM E TRANSFORMAÇÕES DA GUERRA DE ESPADAS EM CRUZ DAS ALMAS, Dr. Moacir Carvalho, UnB. in http://www.cult.ufba.br/enecult2009/19327.pdf )

BAIXA DA LINHA: UMA COMUNIDADE QUILOMBOLA

Vista da Comunidade da Baixa da Linha. Foto: Fabiane Lima  – 2015.

A comunidade da Baixa da Linha está localizada em terras próximas a Universidade Federal do Recôncavo da Bahia. Constituídapor aproximadamente  mais  de  duzentas  casas(…).

Em  entrevista  cedida  no dia  12  de  março  de  2015,  por  um  morador nascido naquele  local, o Sr.  Simão do Nascimento,  este relata que a comunidade surgiu como  ponto de  refúgio  e  trabalho  de  quebrar pedras. Os escravos  que  trabalhavam  em  usinas  de engenhos  em  Santo  Amaro, Muritiba,  Cachoeira  e  São  Gonçalo  dos  Campos  quando da compra  de suas alforrias se  deslocavam  e  buscavam  as  atividades  de  quebradores de  pedra.  Em  decorrência  da  existência  de  jazidas  de  pedras  próximas ao  rio  Capivari e  abertura  da  via  férrea  pela  Rede  Ferroviária  Federal em 1915  e  a  construção  de pontes,  bueiros  e  estações  estes  alforriados quebradores  de  pedras  foram permanecendo  na  área  e  constituindo famílias,  surgindo  assim,  a  Comunidade  da Baixa da Linha que se autodefine como remanescentes de quilombo tendo Certidão de Autodefinição  expedido  pelo  Departamento  de  Proteção  ao  Patrimônio Afro -Brasileiro em 27 de setembro de 2010.  

Certidão de Autodefinição  expedido  pelo Departamento  de Proteção ao Patrimônio Afro-Brasileiro em 27 de setembro de 2010.  

UM IMPORTANTE SÍTIO ARQUEOLÓGICO – O senhor Simão do Nascimento informa que em 2000 na localidade foram descobertas urnas funerárias (grandes vasos de barro, lacrados), quando moradores aravam as  terras para o plantio de subsistência. Conforme o relato do mesmo foram descobertas três urnas: uma inteira grande, sendo encaminhada para a Igreja localizada na comunidade, e as outras quebradas, que alega não saber o paradeiro. Informando de maneira não clara que um rapaz chamado Val havia levado as urnas para o Centro Cultural de Cruz das Almas e lá retiraram o ouro destas (SANTOS, 2013, p.39). 

Estudos realizados por Nilton Antônio Souza Santos a respeito da relação do trem e a Comunidade Quilombola de Cruz das Almas, torna-se viável perceber uma possível relação, baseando-se na perspectiva de estudos centrados nas comunidades remanescentes de quilombos. E entendendo que o transporte ferroviário fez parte da ascensão da economia brasileira em meados do século XIX, e teve grande importância no desenvolvimento das cidades no Brasil, na maioria delas construídas com fins comerciais, com o objetivo de transportar mercadorias como: café, açúcar, farinha, fumo e outros produtos de peso. E em seguida usada para transportar pessoas, passando a ser um dos mais importantes meios de transporte mais usados da época. Outro item a ser observado é que. para o imaginário brasileiro, quilombos eram agrupamentos de africanos escravizados fugidos das fazendas, engenhos e minas que buscavam reproduzir uma vida comunitária à semelhança da África. [Nem sempre os eram.] 

Sendo assim os relatos de Senhor Simão trás um fundo de verdade, em  que muito se aproxima de um momento de ascensão econômica de nosso país como também das origens da Comunidade Baixa da Linha que se autodenomina como Remanescentes de Quilombo, uma vez que, existe toda uma interdependência. Essa comunidade é composta em sua maioria por  negros, conhecida como “Comunidade da Linha”, por conta da linha do trem existente no devido espaço.

(FONTE: Conservação e Preservação das Urnas Aratu do Sítio Reitoria, Cruz das Almas – Ba. – Pesquisa acadêmica UFRB in https://www.passeidireto.com/arquivo/45174953/conservacao-e-preservacao-das-urnas-aratu-do-sitio-reitoria-cruz-das-almas-ba )

A ORIGEM DOS NOMES DOS BAIRROS

Você sabe qual a origem dos nomes dos bairros de Cruz das Almas? Itapicuru, Tabela, Inocoop, Ana Lúcia, Suzana, Dona Rosa e outros…

COPLAN – era o nome da construtora que constava na placa na entrada  conjunto residencial planejado em construção, o que acabou servindo de referência para “apelidar” o lugar, o bairro da Coplan. Oficialmente, chama-se Núcleo Habitacional Ministro Aliomar Baleeiro.
ASSEMBLÉIA – Uma versão para a origem do nome é de que trata-se da rua onde até hoje fica localizada a mais antiga igreja Assembléia de Deus em Cruz das Almas, o que servia, portanto, de ponto de referência, dando inicialmente o nome ao lugar: Rua da Assembléia. Com o passar do tempo e o seu desenvolvimento, a população passou a chamar toda a expansão de Bairro da Rua da Assembléia e, depois, de Bairro da Assembléia. Existem outras versões, porém esta é a mais provável. “Entrou por uma portasaiu por outra; quem quiser que conte outra!”
ITAPICURU – nome da antiga Fazenda Itapicuru, que era propriedade do Coronel José Batista da Fonseca, conhecido por Cazuzinha. A extensa área foi loteada dando o nome a este e também origem a outros bairros.
INOCOOP – no Brasil, geralmente os bairros criados com o nome Inocoop são originários do Inocoop (Instituto de Orientação às Cooperativa Habitacionais) que é um sistema de cooperativas habitacionais em vários estados brasileiros, com o intuito de captar ação pública e orientar  iniciativa privada, estimulando a construção de habitações de interesse social e financiando a aquisição da casa própria.
TABELA – a rua que atualmente fica entre o bairro Tabela e o Portão 1 da UFRB, antigamente era conhecida como  Rua da Corrente e era a principal entrada comercial da cidade. Ali havia uma grande placa, uma tabela, que informava os valores das taxas de embarque de mercadorias (gado, fumo, laranja) que deveriam ser pagas para o transporte nos trens da antiga estação ferroviária Eng. Eurico Macedo, que ficava logo adiante seguindo a estrada. Assim, essa “tabela” que serviu de referência do local por muito tempo, deu nome ao bairro.
ANA LÚCIA – Originário do Loteamento Ana Lúcia, antiga propriedade de Lauro Barroso Fonseca (Maninho de Cazuzinha). Na década de 1970, o proprietário resolveu lotear a área que ficava ao lado da Mata de Cazuzinha na Fazenda Itapicuru e lançou o loteamento com o nome de Ana Lúcia. Escolheu esse nome como uma homenagem aos filhos: Ana Lúcia é o nome de uma de suas filhas.Quando a administração municipal resolveu dividir a cidade em bairros, optou por manter a denominação.
LAURO PASSOS – uma área plana situada no perímetro urbano da cidade e que, no passado, era a sede de uma fazenda de laranja de propriedade do ex-prefeito da cidade, Dr. Lauro de Almeida Passos, falecido em 1982. Com o desmembramento da área, que se transformou em loteamento, abriram-se ruas largas e uma grande praça, hoje conhecida como Praça da Sumaúma.
DONA ROSA – nos anos 50 e 60 havia uma hospedaria para estudantes que vinham de outras paragens frequentar o Ginásio Alberto Torres e a Escola de Agronomia.  O local era afastado do centro  da cidade, era uma chácara e seu acesso era pelo “Pulo do Bode”.  Quem comandava a tal hospedaria era Dona Rosa Lordelo, que veio a dar o nome ao bairro mais tarde.
BAIXA DA LINHA – comunidade remanescente de quilombo; ou seja, composta por descendentes quilombolas que foram para lá para trabalharem na pedreira, na construção da Estação de Pombal e na construção da Escola de Agronomia. A localidade é conhecida por este nome por conta da linha do trem da antiga estação ferroviária que passa por aquela localidade.
Quem puder colaborar com mais outros bairros, comenta aqui.

J.B. DA FONSECA

O Coronel José Baptista da Fonseca, conhecido por Cazuzinha, nasceu na cidade de São Félix em 1866. Próspero fazendeiro e comerciante de fumo ( à época, chamava-se “enfardador de fumo”), foi um dos pioneiros no desenvolvimento do comercio e agricultura do nosso município. Pessoa de visão ambientalista, preservou em sua Fazenda Itapicuru uma área de Mata Atlântica que ao longo dos anos era conhecida como a Mata de Cazuzinha. No final da década de 1960 , a área foi tombada pelo governo municipal, conservando o seu nome popular. Somente em 2012 veio a tornar-se Parque Florestal, na gestão do Prefeito Orlando Peixoto Pereira Filho.

Foi vereador em São Félix, Conselheiro Municipal da Villa da Cruz das Almas em 1897 e Prefeito Interino de Cruz das Almas nomeado em 1937.

Pelos seus feitos e grande colaboração ao município de Cruz das Almas, em sua homenagem foram denominados com o seu nome a rua onde ficava a sua residência, no centro da cidade e um colégio.

J.B da Fonsêca faleceu em 1957 .

(FONTES: ACTAS E ATOS, Prof. Manoelito Roque Sá; Prof. Alino Matta Santana in FACEBOOK/CRUZ DAS ALMAS FOTOS ANTIGAS; Ana Lúcia Reis Fonseca – neta, que gentilmente cedeu-nos a fotografia)

CLODOALDO GOMES DA COSTA, O PATRONO DA EDUCAÇÃO CRUZALMENSE.

O Prof. Dr. Clodoaldo Gomes da Costa foi, em 1948, o fundador do Colégio Alberto Torres (CAT) e seu diretor por muitos anos. Foi responsável pela alta estima atribuída ao colégio que foi concebido para ser uma escola de excelência e que formaria os futuros ingressantes da Escola de Agronomia da UFBA.

Homem das letras, escritor, colunista do semanário municipal “Nossa Terra” e idealista da educação, era um dos homens mais respeitados da cidade segundo os escritos corográficose depoimentos. “Daí o seu grande e esplendente mérito entre nós e o alto e merecido conceito que desfruta em Cruz das Almas esse destacado apóstolo da elevação cultural de nossa gente, que é o Dr. Clodoaldo Gomes da Costa, seu ilustrado e dinâmico diretor. Espírito irrequieto nas lides educacionais. Como todo maragogipano, bem entrado nas letras […]” Assim se referia ao diretor o Jornal Nossa Terra de 12 de dezembro de 1954 que noticiava a formatura da primeira turma de professoras no “Instituto Educacional Alberto Torres”, ainda num tempo de uma educação de acesso não democratizado e que o CAT era a única escola da cidade a oferecer o ginásio; ainda não era pública, impossibilitando a entrada de muitos, mas estudar no CAT aos poucos tornou-se o sonho dos jovens cruzalmenses.

Por tudo isto, no dia 05 de junho de 1969, em sessão solene da Câmara Municipal de Cruz das Almas, o Prof. Dr. Clodoaldo Gomes da Gosta foi então homenageado com o honroso Título de “Patrono da Educação e Cultura Cruzalmense”.

(FONTES: https://docplayer.com.br/8885856-Civismo-otimismo-e-zelo-a-patria-o-cotidiano-escolar-nos-anos-de-chumbo.html ; ACTAS E ATOS, Manoelito Roque Sá. e foto gentilmente cedida por Hermes Peixoto Santos Filho.)